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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

BRASIL: TUDO POR DINHEIRO (DO CONTRIBUINTE)

 



Agripino sobre aumento de impostos: “‘Remédio amargo’ de Dilma é da porta do Planalto para fora”
                              
O presidente nacional do Democratas, José Agripino (RN), criticou os sucessivos anúncios, nesta semana, de perspectiva de aumento de impostos pelo governo Dilma Rousseff como remédio para aumentar a arrecadação e controlar as contas públicas. Segundo o senador pelo Rio Grande do Norte, a presidente da República deveria se preocupar em discutir temas como as altas e crescentes taxas de desemprego no Brasil.

’Remédio amargo’ de Dilma é da porta do Planalto para fora. Em corte de gastos e diminuição de ministérios não se fala mais. A discussão agora é se aumenta a Cide, o IOF ou o Imposto de Renda. Debater o desemprego e a inflação fica para depois”, destacou o parlamentar democrata.

Nesta terça-feira (8), o  ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse, em Paris, que um aumento no Imposto de Renda é uma possibilidade em estudo dentro do governo para ajudar no equilíbrio das contas públicas e viabilizar “uma ponte fiscal sustentável”. A gestão da petista também estuda aumentar a Cide, incidente sobre combustíveis; o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); e o sobre Operações Financeiras (IOF) por meio de decreto presidencial. O governo também estuda a criação de tributos temporários para alguns setores.

Todos anúncios ocorreram logo após o discurso da presidente da República, no dia 7 de setembro, nas redes sociais em que a chefe do Executivo falou da adoção de “remédios amargos” para controlar as contas públicas, como o corte em programas sociais. Dilma Rousseff cancelou, pela segunda vez, o pronunciamento que faria, pelo Dia da Independência, em cadeira nacional de rádio e TV por meio do panelaço. No Dia do Trabalho, ela também cancelou o pronunciamento que faria na TV e rádio. 

Texto: 
Rominna Jácome
Assessora de Comunicação

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