A LUTA CONTINUA!

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domingo, 17 de junho de 2018

AMIGOS E AMIGAS...


Nos próximos dias retornaremos com as atualizações diárias deste blog.
Um excelente domingo e um fraternal abraço para todos vocês.

- O esguelepado editor -

BRASILEIROS E BRASILEIRAS... SERÁ QUE É ASSIM?

POESIA POPULAR NORDESTINA

'Retalhos' de alguns improvisos do grande poeta popular Pinto do Monteiro em cantorias com o poeta João Furiba.

Resposta do velho Pinto a uma crítica  desrespeitosa a cidade de Monteiro, feita por Furiba:
Eu conheço muito bem
A sua Taquaritinga
Em cima fica uma serra
Em baixo uma caatinga
Na parte alta não chove
No pé da serra não pinga.

Ao final de uma sextilha, Furiba elogia sua terra natal, dizendo:"Tudo que se planta dá/ Na minha terra adorada". Responde Pinto:
 Tua terra miserável
Só tem cupim e saúva
Teu pai morreu com cem anos
Tua mãe ficou viúva
Passou dos cento e quarenta
E nunca viu uma chuva.

Terminado uma cantoria Furiba diz: "Pinto velho do Monteiro/ Além de doido está cego". Pinto dispara:
Ainda lhe vejo cego
Sem ganhar nenhum vintém
Pedindo esmola num beco
Onde não passe ninguém
Se passar, seja outro cego
Pedindo esmola também.

Cansado das pabulagens de Furiba que afirmava: "Deixe pra mim que só tenho/ Dezoito anos de idade", Pinto detona:
Isso aí não é verdade
Você quer ser inocente
Tem vinte anos que canta
Quinze que bebe aguardente
Trinta que engana o povo
Quarenta e cinco que mente.

- - - + - - - 

DE: PIADA

- THE OLD TIMES -

A velhinha está deitada na cama, de camisola, quando o marido dela se deita, a uma distância de quase um metro.
Ela protesta:
— Quando éramos jovens você costumava se deitar bem pertinho de mim na cama...
Ele fica um instante imóvel e, depois de alguns segundos, chega mais perto da esposa, que continua:
— Quando nós éramos jovens, você ficava abraçadinho comigo e segurava a minha mão!
O marido parece não acreditar na crise existencial da esposa, mas pega na mão dela e a abraça, como nos velhos tempos. E ela ainda não se dá por satisfeita.
— Quando éramos jovens, você costumava dar mordidinhas na minha orelha...
Ele dá um longo suspiro, joga a coberta de lado e sai da cama.
Visivelmente ofendida, ela diz:
— Aonde você vai, Jacinto?

domingo, 13 de maio de 2018

HOMENAGEM DO BBV

DE: PIADA

- MULHER TEM ARTE DO TINHOSO -

O casal está fazendo sexo quando de repente escutam um barulho, e a mulher desesperada diz:
- Ai meu Deus, meu marido chegou. Foge!...
O cara mais do que rapidamente pula a janela do quarto e cai sobre uma moita de urtigas e coroa de frade.
Dois minutos após ele volta totalmente fora de si, e...
- Sua maluca, seu marido sou eu!
E a mulher responde:

DE: REFLEXÃO

- O MONGE E OS GRÃOS DE FEIJÃO -

Reza a lenda que um monge, próximo de se aposentar precisava encontrar um sucessor. Entre seus discípulos, dois já haviam dado mostras de que eram os mais aptos, mas apenas um poderia sucedê-lo.
Para sanar as dúvidas, o mestre lançou um desafio para colocar a sabedoria dos dois à prova. Ambos receberam alguns grãos de feijão que deveriam colocar dentro dos sapatos, para então empreenderem a subida de uma grande montanha.
Dia e hora marcados, começa a prova. Nos primeiros quilômetros, um dos discípulos começou a mancar.
No meio da subida, parou e tirou os sapatos. As bolhas em seus pés já sangravam, causando imensa dor.
Ficou para trás, observando seu oponente sumir de vista.
Prova encerrada, todos voltam ao pé da montanha para ouvirem do monge o óbvio anúncio. Após o festejo, o derrotado aproxima-se e pergunta ao seu oponente como é que ele havia conseguido subir e descer com os feijões nos sapatos:
- Antes de colocá-los no sapato, eu os cozinhei - foi a resposta.

sábado, 12 de maio de 2018

POESIA POPULAR NORDESTINA

AS FLÔ DE PUXINANÃ (*) 

Três muié ou três irmã,
três cachôrra da mulesta,
eu vi num dia de festa,
no lugar Puxinanã.
- - - x - - -
A mais véia, a mais ribusta
era mermo uma tentação!
mimosa flô do sertão
que o povo chamava Ogusta.
- - - x - - -
A segunda, a Guléimina,
tinha uns ói qui ô! mardição!
Matava quarqué cristão
os oiá déssa minina.
- - - x - - -
Os ói dela paricia
duas istrêla tremendo,
se apagando e se acendendo
em noite de ventania.
- - - x - - -
A tercêra, era Maroca.
Cum um cóipo muito má feito.
Mas porém, tinha nos peito
dois cuscús de mandioca.
- - - x - - -
Dois cuscús, qui, prú capricho,
quando ela passou pru eu,
minhas venta se acendeu
cum o chêro vindo dos bicho.
- - - x - - -
Eu inté, me atrapaiava,
sem sabê das três irmã
qui ei vi im Puxinanã,
qual era a qui mi agradava.

ADIÓS

FICHA SUJA

TSE DÁ ‘AVISO PRÉVIO’ AO CONDENADO LULA: É FUTURO FICHA SUJA
MINISTRO DO TSE PREGA AVISO: TIPOS COMO LULA SERÃO BARRADOS

O MINISTRO ADMAR GONZAGA QUESTIONOU SE “CONVÉM À DEMOCRACIA” HOMOLOGAR CANDIDATURAS DE CORRUPTOS CONDENADOS.

Ao discutir a possibilidade de um candidato que não se encaixa nos pré-requisitos da Lei da Ficha Limpa na lista de elegíveis, o ministro Admar Gonzaga, do Tribunal Superior Eleitoral questionou, sem citar nomes, se “convém à democracia” homologar condenados até por corrupção e lavagem de dinheiro, “sabidamente inelegíveis”. O ministro, na prática, deu “aviso prévio”: tipos como Lula não serão candidatos.
O ministro Admar Gonzaga manifestou sua posição durante debate em São Paulo sobre os maiores desafios na eleição 2018.
A Lei da Ficha Limpa criou pré-requisitos para pré-candidato em eleições. Um deles é não ter condenações na Justiça.
Quem for condenado em julgamento colegiado, na Justiça ou em órgãos como OAB, fica inelegível. Está na Lei da Ficha Limpa.
Condenado em segunda instância, Lula receberá atestado de “ficha suja”, caso insista em registrar a candidatura na Justiça Eleitoral. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Texto e foto: Diário do Poder

DE: REFLEXÃO

UMA ÓTIMA RESPOSTA PARA QUANDO CRITICAM OS CATÓLICOS POR CAUSA DE NOSSA SENHORA (*)

Uma jovem estava na porta do elevador aguardando, quando apareceu a sua vizinha de porta. Cumprimentaram-se e, puxando conversa, a jovem falou: Estou indo rezar o terço de Nossa Senhora.
Para seu espanto, ouviu a vizinha perguntar-lhe: 
– De qual delas? Vocês inventaram tantas…
A jovem engoliu seco a zombaria, ofereceu aquele momento desagradável a Deus, e começou a falar-lhe:
– Você tem seu nome mas, como é que sua filha chama você?
Antes que ela respondesse a jovem continuou:
– Chama você de ‘mamãe’. E a sua neta a chama de ‘vovó’. Seu marido chama você de ‘meu bem’ ou, quem sabe, de algum apelido carinhoso. Para mim, você é a minha ‘vizinha’. Para o zelador do prédio, a ‘moradora do 602’. Sua mãe chamava você de ‘minha filha querida’.
O elevador chegou, elas desceram juntas e a jovem ainda lembrou do médico que a chamava de minha ‘paciente’, o feirante que a chamava de ‘freguesa’, o comerciante que a chamava de ‘cliente’ e etc.
A vizinha estava visivelmente aborrecida com a lição. Quando ia afastar-se ainda ouviu:
– Se você vizinha, tem tantos títulos, imagine aquela que é a Mãe de Deus, a rainha do Universo?
Assim, em todos os lugares que a Mãezinha veio nos visitar ou intercedeu por um milagre, as pessoas concederam um carinhoso nome para lembrar desses lindos momentos. Ela nunca deixou de se chamar Nossa Senhora, pois ela sempre foi e sempre será a nossa mesma Mãe.
Com um sorriso, aquela jovem seguiu seu caminho, para rezar o terço.

(*) AUTOR DESCONHECIDO 

terça-feira, 1 de maio de 2018

ATENTAI ELEITORES: 2018 É ANO ELEITORAL

OS 'COPAS DO MUNDO'  ESTÃO CHEGANDO...


...É PRECISO TER MUITO CUIDADO!

- Clique sobre a seta -

POESIA POPULAR NORDESTINA

Cabaré cortiço cheio 
De abelhas da perdição. 
Poeta Dimas Bibiu
Mote: Raimundo Asfora

Na porta de um cabaré
Bem na esquina da rua
Tem mulher sentada nua
Outras duas “beba” em pé
Velha que pede um café
Porque não tem refeição
Mulher com chave na mão
Com raiva de quem não veio
Cabaré cortiço cheio
De abelhas da perdição.
- - - x - - -
A noite passa acordada
Bebe, fuma e adultera
Chora pensando em quem era
Semilouca embriagada
Ver briga, tiro e facada
Tapa, soco e empurrão
Colegas mortas no chão
Quando finda o tiroteio
Cabaré cortiço cheio
De abelhas da perdição.
- - - x - - -
Mulher dum corpo fogoso
Mas seu olhar não tem brilho
Porque despreza seu filho
E abandona o esposo
E vai procurar repouso
Na casa da corrução
Lá recebe ingratidão
Desgosto, mágoa, aperreio
Cabaré cortiço cheio
De abelhas da perdição.
- - - x - - -
No cassino a meretriz
Adora o álcool e o fumo
Baliza que aponta o rumo
Do seu fadário infeliz
E seu mal mostra a raiz
Quando chega à conclusão
De levar um empurrão
Dum preto, andrajoso e feio
Cabaré cortiço cheio
De abelhas da perdição.