Líder da bancada do PMDB e favorito para presidir a Câmara Federal a partir de fevereiro, o deputado Henrique Eduardo Alves (RN), afirmou que, caso eleito, não obedecerá à decisão do Supremo Tribunal Federal pela cassação automática do mandato dos condenados no julgamento do mensalão.
O peemedebista disse que o Congresso não deve abrir mão da prerrogativa de dar a palavra final sobre o caso, o que incluiria votação secreta no plenário da Casa, onde é necessário obter no mínimo o apoio de 257 dos 513 deputados para que a cassação ocorra. De acordo com o parlamentar, a “Constituição é clara” e, portanto, cada Poder deve ficar “no seu pedaço”. “Não [abro mão de decidir]. Nem o Judiciário vai querer que isso aconteça. Na hora em que um Poder se fragiliza ou se diminui, não é bom para a democracia”, defendeu.
Informações da Folha de SP.
Um comentário:
É mesmo o nosso "Canalha-mor"! Defender os mensaleiros e pregar o desrespeito ao STF! Só faltava essa! Mas fazer o que, se desses aí que a maioria prefere no poder?...
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