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sábado, 18 de julho de 2015

PRESIDENTE DA CÂMARA FEDERAL EDUARDO CUNHA DIVULGA NOTA NA SUA PÁGINA NO FACEBOOK

Boa tarde a todos

Em primeiro lugar quero desmentir as notas que estão em colunas de revistas sobre suposta conversa minha com Michel Temer. Não tratei com ele em nenhum momento de futura citação dele por delatores. Isso não faz parte dos nossos diálogos.

É importante também reafirmar que a minha decisão de ontem foi de caráter pessoal. Falei que ia defender minha posição no congresso do PMDB. Não busquei e nem vou buscar apoio para isso, a não ser o debate na instância partidária competente. E também não busquei e nem vou buscar apoio fora do PMDB, até porque cada partido tem e terá a sua postura dentro da sua lógica.

O meu gesto não significará que estou buscando ganhar número para enfrentar e derrotar governo. Como Presidente da Câmara, vou me conduzir da mesma forma que venho me conduzindo: com independência e harmonia com os demais poderes.

Não existe pauta de vingança e nem pauta provocada pela minha opção pessoal de mudança de alinhamento político. O que existe é eu, como político e deputado, exercer a minha militância defendendo uma posição diferente da que defendia antes. Não tenho histórico de ajudar a implementar o caos na economia por pautas que coloquem em risco as contas públicas.

E aproveito para mais uma vez desmentir com veemência o conteúdo da nova versão do delator. Quando alguém cita um fato mentiroso, inventado, após várias versões diferentes, só existe uma resposta: desmentir com indignação. Não posso comentar detalhes de fatos inexistentes, dos quais não participei. Para deixar bem claro, não fujo de nenhuma explicação, sempre continuarei a dá-las.

Quanto à CPI, ela tem sua independência e autonomia, tanto que eu mesmo, em respeito à ela, já fui lá depor espontaneamente. Alguns analistas querem colocar gestos meus como se não tivesse resposta para a nova versão do delator. A nota dele de resposta diz que não cabe a ele silenciar testemunhas, o que já ocorreu em vários depoimentos anteriores.

Quanto ao juiz do Paraná, não fiz reparo a ele, só que realmente ele não poderia dar curso à participação minha, como detentor de foro. Por várias vezes em oitivas ele interrompia as testemunhas e dizia que não podia tratar de quem tinha foro de STF. Ao que parece ele mudou. E quanto a isso meus advogados ingressarão com reclamação no STF.

  Deputado Federal Eduardo Cunha   

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