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quinta-feira, 8 de junho de 2017

'NAS ASAS DA JBS - AIR LINE'

PSDB FICOU MAIS PRÓXIMO DO DESEMBARQUE APÓS EPISÓDIO DO JATINHO

O mais recente escândalo da longa lista protagonizada por Michel Temer, que acabou admitindo o uso de um jatinho de Joesley Batista para uma viagem particular com a primeira dama Marcela Temer, pode ser o ingrediente que faltava para o rompimento do PSDB com o governo; a decisão do TSE, que seria o gatilho para um eventual desembarque, acabou provocando o adiamento da reunião da Executiva desta quinta-feira para a próxima segunda-feira; mas o episódio do avião pode acabar com a resistência de senadores e ministros a pressão de deputados para o rompimento já; Tasso Jereissati, presidente interino da legenda, já admite o cenário: "A cada dia é um fato novo, não vai parar de ter fato novo nunca. Isso vai mudando a cabeça dos senadores. Segunda-feira é o limite do PSDB".


247 - Após Michel Temer admitir o uso de um jatinho de Joesley Batista para uma viagem particular com a primeira dama Marcela Temer, o PSDB pode ter ficado mais próximo do desembarque.
O escândalo pode ser o ingrediente que faltava para o rompimento dos tucanos com o governo. A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que seria o gatilho para um eventual desembarque, acabou provocando o adiamento da reunião da Executiva desta quinta-feira para a próxima segunda-feira . Mas o episódio do avião pode acabar com a resistência de senadores e ministros a pressão de deputados para o rompimento já.
Diante da indefinição do PSDB e do agravamento da situação do governo, cresce entre os deputados um movimento para que alguns saiam da legenda.

'A cada dia é um fato novo, não vai parar de ter fato novo nunca. Isso vai mudando a cabeça dos senadores. Segunda-feira é o limite do PSDB — disse o presidente interino, Tasso Jereissatti (CE), depois de uma manhã e tarde tomada por reuniões com deputados e senadores em seu gabinete.
A reunião da Executiva , segunda, será ampliada, com a participação de todos os governadores, deputados, senadores, ministros e presidentes de diretórios estaduais.
'Não precisamos de cargos ou ministérios para continuar apoiando as reformas', disse Tasso."

Texto e foto: BRASIL 247 

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