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segunda-feira, 24 de julho de 2017

POESIA POPULAR NORDESTINA

Tem muito filho da puta
Pra pouca puta que pariu.
             Poeta Celso Cruz
                    
Estou decepcionado
Pois é muita podridão
Tratam a corrupção
Como uma coisa normal
É o país do carnaval
Ninguém sabe, ninguém viu
Um está solto, outro fugiu
Confusão absoluta
Tem muito filho da puta
Pra pouca puta que pariu.
- - x - -
O Brasil já se tornou
O país da impunidade
Mas já era na verdade
Pátria da corrupção
Virou esculhambação
Ninguém nunca reagiu
O voto virou permuta
Tem muito filho da puta
Para pouca puta que pariu.
- - x - - 
Que dizer de eleitores
Que hoje vivem em lamento
Que em sacos de cimento
O seu voto permutou
Se o juiz não condenou
Quem a carta magna infringiu
E a forma que agiu
Foi como uma prostituta
Tem muito filho da puta
Pra pouca puta que pariu.

- - x - -
Se tem o que se merece
Como representante
Não podemos seguir avante
Teremos que dar um basta
Acabar com essa casta
E punir quem transigiu
O país retroagiu
Ganha às ruas, vá à luta
Tem muito filho da puta
Pra pouca puta que pariu.
- - = - -
(Enviada por 'Primo Poeta')

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